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Uma notícia ruim



Escrito por Zema Ribeiro às 17h48
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Diário Cultural de ontem: quatro toques ligeiros

[observações em itálico]

Regar a Terra

Acontece amanhã (hoje, no caso), sexta-feira, 20/1, o lançamento de "Regar a Terra", disco que celebra os vinte anos do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST) do Maranhão. O espetáculo começa às 20h30min, no Circo da Cidade e tem entrada franca. Passeando por diversos estilos, vários artistas mostrarão, ao vivo, os talentos que compuseram o trabalho: Cesar Teixeira, Fátima Passarinho, Lobo de Siribeira, Tutuca, Zé Lopes, Zé Cláudio, Gildomar Marinho, Nando Cruz, Wilson Zara e Zeca Tocantins, entre outros. O disco foi produzido por Iguaracira Sampaio e gravado nos estúdios Pê, com Pepê Jr. assinando a maioria dos arranjos. O espetáculo terá a direção de Mestre Saci e mesclará música, dança e teatro.

Caravana Laborarte

O Laboratório de Expressões Artísticas do Maranhão - Laborarte, realiza nos próximos dias 20 (hoje) e 27/1 uma caravana com várias atrações, a serem apresentadas na Praça Valdelino Cécio (Praia Grande), com início às 19h. A programação inclui Roda de Capoeira da Escola de Capoeira Angola do Laborarte, coordenada por mestre Patinho e samba de roda, seguidos pela apresentação do espetáculo teatral “Auto da Estrela Esperança”, com texto de Nonato Pudim e direção e roteiro de Nelson Brito. Dona Teté comandará uma roda de cacuriá e a(s) noite(s) se encerra(m) com show(s) de Rosa Reis, que terá como convidados Josias Sobrinho, Cesar Teixeira, Joãozinho Ribeiro, Jayr Torres, Chico Nô e Junior Aziz. Entrada franca. Para maiores informações: (98) 3232-2677, 3232-7570.

CantaCut

Seguem até 10 de março as inscrições para o I Festival da Nova Canção Brasileira, o CantaCut. O Festival dividiu o país em seis regiões, de acordo com o regulamento, para a fase classificatória; a grande final acontecerá dias 29 e 30 de abril, em São Paulo. As inscrições são gratuitas e o regulamento está disponível no endereço eletrônico http://www.cut.org.br (podendo também ser solicitado via e-mail a esta coluna); os vencedores serão premiados com R$ 10 mil (1º lugar), R$ 5 mil (2º lugar), R$ 5 mil (melhor letra), R$ 3 mil (melhor intérprete) e R$ 3 mil (júri popular).

Coyote # 13

Com caprichado dossiê sobre o poeta Paulo Leminski, já está a venda a 13ª edição de uma das melhores revistas literárias (em circulação, parece óbvio, mas não é!) do país: a Coyote. Como a publicação não é vendida em bancas, pedidos podem ser feitos pelo e-mail zonafantasma@uol.com.br, onde pode ser adquirido, também, o ótimo "Rebelião na Zona Fantasma", disco de estréia do poeta Ademir Assunção.

[publicou-se, na edição de ontem do Diário da Manhã, uma propaganda, ao pé de minha coluna. Não se trata de patrocínio para ela; estou correndo atrás (ainda). Interessados em patrocinar podem entrar em contato. Agradecemos.]



Escrito por Zema Ribeiro às 17h25
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Ceumar pro Brasil

Tá, eu não gosto da Hebe Camargo. E não me importo se aparecer algum comentário aí dizendo o que quer que seja sobre minha opinião, tipo, "nossa, como ele é esnobe".

Tá, eu adoro a Ceumar. Na minha opinião ela é simplesmente a melhor cantora do mundo em todos os tempos. E também não vou me importar com comentários do tipo "mas e a Elis?" ou "mas e aquela diva americana?" ou "mas..." e blá-blá-blá. Acho e p(r)onto. Tenho o direito de achar. Ou, nesse caso, de ter certeza.

Calma! Uma coisa tem sim a ver com a outra: neste sábado, 21/1, no programa da Hebe (pô, eu nunca pensei em recomendar a Hebe um dia!), a partir das 22h (horário de verão), Ceumar e outros nomes da "nova mpb": Tereza Cristina, Roberta Sá e Quinteto em Branco e Preto, entre outros.

Por compromissos outros, não poderei ver o programa. Não sei o que Ceumar disse (o programa é gravado), nem o que cantou. Mas uma coisa é certa: vale a pena. Portanto: não percam!

Em tempo (a quem interessar possa): a mineira (sim, Ceumar!) gravou dois discos, excelentes, à venda em seu site: Dindinha e SempreViva!. Ouçam!



Escrito por Zema Ribeiro às 16h32
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2005 e até hoje de 2006

[conforme prometido em post de 11/1/2006; trago livros, discos e filmes; listinha bem pessoal, onde a ordem de aparição não representa maior ou menor grau de importância. as obras aqui apresentadas não necessariamente foram "publicadas" ano passado]

pra ler

1. ô, copacabana!, joão antonio;
2. corpo presente, joão paulo cuenca;
3. reminiscências do sol quadrado, mário lago;
4. budapeste, chico buarque;
5. memória de minhas putas tristes, gabriel garcía márquez;
6. morangos mofados, caio fernando abreu.

pra ouvir

1. de uns tempos pra cá, chico césar;
2. real grandeza, jards macalé;
3. dente de ouro, josias sobrinho;
4. clodo ferreira interpreta sinhô, clodo ferreira;
5. no direction home, (duplo) bob dylan.
6. rebelião na zona fantasma, ademir assunção.

pra ver

1. anti-herói americano;
2. pantaleão e as visitadoras (baseado na obra de mario vargas llosa);
3. chico buarque (a série, seis dvds);
4. no direction home (duplo), documentário sobre dylan [a trilha figura na lista "pra ouvir"]
5. sideways [com o impagável paul giamatti, do 1º filme da lista "pra ver"]
6. buena vista social club.



Escrito por Zema Ribeiro às 18h02
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Trânsito

E hoje pela manhã fui atravessar uma faixa de pedestres com ela, e carro parar que é bom, nada. Lembrei do poema abaixo, cometido há tempos:

Banalidade de Trânsito

Por sobre a faixa
atravessa o pedestre.
Por sobre o pedestre
atravessa o automóvel.



Escrito por Zema Ribeiro às 17h47
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aí eu virei para ela e disse:

"eu te amo muito, apesar de mim"

[tá: alguém com certeza já disse isso antes, mas eu disse (novamente), e daí?]



Escrito por Zema Ribeiro às 16h36
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Dum breve papo

com Xico Sá, via msn messenger

Zema Ribeiro - Você se considera um representante do jornalismo gonzo?
Xico Sá - não, do gozo-jornalismo
Zema Ribeiro - risos
Xico Sá - jornalismo no qual o repórter goza no meio da matéria... ou da apuração...



Escrito por Zema Ribeiro às 17h57
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Problema carcerário do Maranhão

Nota de Conclamação às Autoridades à Sociedade Maranhense

Considerando a situação das presas e presos de justiça, sentenciados ou não sentenciados do Estado do Maranhão, enquanto pessoas humanas, sob a guarda e proteção do Estado, tratadas e tratados de forma indigna, fato recorrentemente denunciado pelas entidades de Direitos Humanos;

Considerando a ausência de condições básicas de higiene e salubridade nas unidades prisionais do Estado, de um quadro de agentes, inspetores penitenciários e da Polícia Judiciária incompatível com o número de encarcerados;

Considerando também a lentidão crônica de todo o Sistema Prisional, desde a fase do inquérito até o desfecho dos processos judiciais, que nega aos encarcerados e encarceradas direitos e benefícios previstos em Lei, fundamentais para uma política de socialização;

Considerando essa realidade desumana, evidenciada pela superpopulação, não somente na Penitenciária de Pedrinhas, mas Também nas Delegacias de Polícia, de todo o Estado, o que motivou a recente decisão judicial de interdição da Penitenciária de Pedrinhas;

O Fórum Estadual de Direitos Humanos conclama:

Que o Poder Executivo implemente um quadro de defensores públicos que possa atender a todas as pessoas necessitadas, especialmente os encarcerados, que têm direitos e benefícios previstos na Lei de Execução Penal; Que execute políticas públicas de educação, saúde, trabalho e cuidados voltados às crianças e a adolescentes das famílias dos reclusos (as), com o objetivo de contribuir para a sua ressocialização; Que fortaleça a segurança dos presídios, com a ampliação do quadro e concurso publico para agentes e inspetores penitenciários e policiais civis, devidamente qualificados na área dos Direitos Humanos.

Que o Poder Judiciário implemente as orientações previstas em lei para o cumprimento de penas alternativas por parte dos condenados em processos judiciais; Que atue com maior rigor na adoção dos critérios legais para a submissão dos condenados e condenadas nos regimes prisionais, tendo em vista que prisão deve ser reservada aos presos que apresentem maior periculosidade social; Que os juízes criminais atuem com maior preocupação em relação à situação do cumprimento de penas pelos condenados e condenadas, aproximando-se da realidade dos presídios e unidades prisionais;

Que o Ministério Público, observando o que lhe assegura a Lei, acompanhe e fiscalize a situação dos presídios e Delegacias denunciando a violação dos Direitos Humanos e exigindo o cumprimento da Lei de Execução Penal;

Que a Sociedade Maranhense, de modo geral, vença a indiferença acerca da situação aos presos e presas da Penitenciaria de Pedrinhas e das Delegacias do Maranhão, com o objetivo de fortalecer a solidariedade e a formação de uma nova mentalidade, para a construção de uma sociedade em que os condenados e condenadas possam voltar ao convívio social, como pessoas portadoras de dignidade humana.

São Luís (MA), 13 de janeiro de 2.006

Fórum Estadual de Direitos Humanos



Escrito por Zema Ribeiro às 17h17
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É por isso que Lester Bangs era necessário

[Diário Cultural de hoje]

“O escrever rock (que não é simplesmente escrever sobre rock)”, do prefácio de “Reações Psicóticas”. Era isso que Lester Bangs fazia. E é isso que faz a coleção “iê iê iê”, da Conrad Editora: “apresenta aos leitores brasileiros a obra de grandes críticos musicais do mundo todo. Rock and roll como literatura e literatura como rock and roll”, conforme a orelha da obra – comprovada/aprovada pela coluna. (O título acima foi tirado do texto “Vamos Agora Louvar os Famosos Duendes da Morte”, onde se lê: “É por isso que Lou Reed era necessário”, p. 79).

“Mas, ao mesmo tempo, todas as pessoas que conheço estão completamente alienadas, de saco cheio, enojadas com tudo, e sei que boa parte daqueles que trabalham na mídia e nos impingem essas coisas está tão alienada quanto o público. O público compra só porque não lhe é oferecida outra coisa. E, pessoalmente, eu me pergunto quando as pessoas vão começar a dizer: ‘Não! Eu me recuso, não quero mais isso!’” (Lester Bangs, entrevista ao News Blimp, 1980, citado no prefácio de “Reações Psicóticas”).

É claro que o contexto era outro e que o jornalista ianque se referia a outra(s) coisa(s), mas daqui, digo a(s) mesma(s) coisa(s) sobre a audição incansável e ad infinitum que se faz do pseudoforró cearense (leia-se geração “pós-mastruz-com-leite”), do calipso paraense e do pseudofunk, o pancadão carioca. E pergunto-me ainda: o que diria Lester se vivo fosse e ouvisse isso? (É verdade: não sei qual era a relação dele com música brasileira; nem sei se existia, para ser sincero).

Não, a coluna não está se repetindo. Não estamos aqui para falar (mais uma vez) do pré-carnaval madredivino, conforme fizemos na última terça-feira (“O Pancadão Madredivino”, Diário Cultural de 10/1/2006), embora saibamos que o espetáculo funkeiro se repetiu. E não é que o assunto não mereça atenção: um espernear até se faz necessário, mas a pauta é outra.

Reações Psicóticas

Saiu pela Conrad Editora, Reações Psicóticas (R$ 19,90, em média), coletânea de textos do polêmico, drogado, alcoólatra e ex-testemunha de Jeová (de onde ele dizia vir a vocação para querer que as pessoas gostassem da mesma coisa que ele) – entre outras “qualidades” – Lester Bangs (1948 – 1982), um dos mais importantes críticos de música do planeta em todos os tempos – não é exagero: alguns chegam a afirmar que ele foi o maior escritor dos Estados Unidos da segunda metade do século vinte, embora tenha escrito “apenas” análises de discos.

No volume, textos publicados entre 1972 e 1980, em diversos veículos: Creem, Los Angeles Times, Village Voice, por onde passeiam várias personagens: The Guess Who, John Lennon, Elvis Presley, Iggy Pop, Jethro Tull e Van Morrison, entre outros. Lester escreveu também para a Rolling Stone e para o New Musical Express (NME). “Reações Psicóticas” é coletânea da coletânea: trata-se de uma seleção de artigos tirada de “Psychotic Reactions and Carburetor Dung”, organizada por Greil Marcus em 1987. Mas isso não tira o brilho da obra, que integra a coleção “iê iê iê”, da Conrad.

Gonzo, Serviço

Lester Bangs era um autêntico representante do “jornalismo gonzo”, gênero “inventado” por Hunter S. Thompson. No Brasil, o único “remanescente da gonzolândia” é o repórter “excepcional” da revista Trip, Arthur Veríssimo. Ótimas referências para os novos que querem/queiram se aventurar nessas trilhas/faixas tortuosas. Mas Bangs – que faleceu vítima de overdose de medicamentos, quando tentava se livrar do alcoolismo – não cansou de avisar: “não imitem a mim”.

Para ler mais sobre Reações Psicóticas: no blogue de Reuben.
Para comprar Reações Psicóticas: (11) 3346-6088, (11) 3346-6078 e/ou no site da Conrad Editora.



Escrito por Zema Ribeiro às 16h45
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Diário Cultural de domingo, 15/1/2006

Avant Première

Este colunista teve a honra de participar do avant-première de “Regar a Terra”, disco comemorativo dos vinte anos do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST) do Maranhão. O chá – com produtos oriundos de assentamentos maranhenses – aconteceu na Cia. Circense de Teatro de Bonecos (Praia Grande), na última sexta-feira, 13/1. Na ocasião, estiveram reunidos os artistas – compositores, intérpretes, instrumentistas – que, com seus talentos, realizaram um belo trabalho, que com certeza entrará para a história, tanto do movimento, quanto da música popular produzida no Estado. Estiveram presentes Chico Nô, Lobo de Siribeira, Cesar Teixeira, Joãozinho Ribeiro, Fátima Passarinho, Daffé e Tutuca, entre outros. O trabalho teve a produção de Iguaracira Sampaio e o lançamento acontece na próxima sexta-feira, 20/1, às 20h30min, no Circo da Cidade, festa sobre a qual Diário Cultural conta mais detalhes em breve. Mas já soubemos que está garantida a participação da “turma de Imperatriz” – leia-se Gildomar Marinho, Nando Cruz, Zé Cláudio e Zeca Tocantins (todos participaram do disco).

Prestação de contas

Os delegados de todo o país que foram à Brasília/DF, em dezembro passado, participar da I Conferência Nacional de Cultura, têm agora uma árdua e grandiosa missão: ajudar o Ministério da Cultura a implantar o Sistema Nacional de Cultura país afora. Os maranhenses estão às voltas com os preparativos do I Fórum Regional de Cultura, a ser realizado em Bacabal nos próximos dias 3 e 4 de fevereiro (aqui corrige-se data anunciada anteriormente pela coluna). E os delegados ludovicenses farão, na próxima terça-feira, 17/1, às 19h, no Circo da Cidade, a prestação de contas política da I CNC, apresentando um resumo do que ocorreu por lá, além das trinta propostas prioritárias, eleitas durante o acontecimento.

Samba com mandiga

Chico Nô, Vandico e Regional apresentam, nesta terça-feira o show “Samba com Mandinga”, a partir das 20h, na Cia. Paulista (Praia Grande). A idéia é apresentar sambas da velha guarda para a turma que está de férias na Ilha. “Após a estréia, a idéia é fazer todas as terças, durante as férias”, afirma Chico. E a chuva? “Se chover, tocaremos na parte coberta do bar, mas a apresentação acontecerá”, completa. (A produção não informou o valor do couvert artístico).

Prêmio Estêvão Rafael de Carvalho de Redação

Estão abertas, até o próximo dia 31/1 (28/1 para envio pelos Correios), as inscrições para o IV Prêmio Estêvão Rafael de Carvalho de Redação, que premiará estudantes universitários (de qualquer período e curso) com R$ 1.000,00 (hum mil reais), R$ 800,00 (oitocentos reais) e R$ 600,00 (seiscentos reais), respectivamente primeiro, segundo e terceiro lugar. O tema para este ano é “Direitos Humanos: O Avesso da Impunidade”. A premiação acontecerá durante a comemoração do 27º aniversário da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) – entidade que promove o prêmio – em 12 de fevereiro, sobre o qual a coluna falará, em momento oportuno. Para maiores informações sobre o Prêmio: Rua Sete de Setembro, 160, Centro, (98) 3231-1601, 3231-1897 e/ou smdh@terra.com.br



Escrito por Zema Ribeiro às 16h41
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Noite na Deodoro

Era hora dos trabalhadores no comércio voltarem para casa.
No entanto, não havia ninguém na Praça Deodoro.
É que o mundo ao redor deixa de existir quando te beijo.

Escrito por Zema Ribeiro às 18h12
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